Do amor?
O que nunca fiz foi calar-me,
quando tudo o que pedia-me era silêncio.
Acusei-o insano.
Duvidei dele um tanto.
Mas tornei, dele não me alijo...
me abandono.
Já busquei mensurá-lo.
Que absurdo!
Para o amor não há medida. Não há termo, nem saída.
Ignorância me alcança quando o nomeio
e enfadonho, repito:
"Amo, amar é não ter palavras".
Amor, Misterioso Labirinto!
George D.T.


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