sábado, 30 de julho de 2011

Estômago

Ouvi o grito rouco renitente,
Vinha do meu estômago.
O que ouço todos podem ouvir,
O agudo grito da fome.
Que grito é esse que provoca silêncio?
...Grito autônomo!
Posso até fazer-me mouco,
Ignorar o meu sufoco,
Que ele teima existir.
Ah, Gritos de desespero,
de horror! Gritos de absurdo!
Gritos que não querem, não podem
Calar,
São gritos de amor.
Anseios gritos, semeiam sonhos.
Semeai o sonho.
___________,,__________
Sempre É Tempo.

George D.T.

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